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06 de março de 2020

“Difícil de ver. Sempre em movimento está o Futuro.” Mestre Yoda – Star Wars

A cada dia, os robôs deixam de ser apenas produtos high-tech da ficção científica, tornando-se máquinas sofisticadas que repetem com extrema habilidade e precisão às programações humanas.

As histórias dos filmes nos permitem imaginar uma realidade ainda distante. Mesmo assim, os robôs estão cada vez mais autônomos e capazes de exercer tarefas sem a necessidade de uma constante supervisão, gerando grande interesse da humanidade pelo desenvolvimento da inteligência artificial.

Sendo assim, a escola tem um papel fundamental no desenvolvimento desse futuro que se aproxima. Os robôs começam a fazer parte do dia a dia das pessoas e o interesse dos estudantes pelas possibilidades que as máquinas apresentam fica cada vez maior.

O estudo da robótica, desse modo, promove o conhecimento tecnológico, potencializa o raciocínio lógico, a criatividade e o espírito empreendedor. Por meio dela, melhora-se também o desempenho em sala de aula e criam-se oportunidades de interação com o mundo, que acontecem, por exemplo, nos concursos de robótica, como o que haverá em São Paulo neste mês.

De 6 a 8 de março, no Pavilhão da Bienal em São Paulo, acontece o 2º Festival SESI de Robótica, etapa nacional do FTC (First Tech Challenge), uma das modalidades dos torneios de educação e robótica promovidos pela ONG Americana First.  A equipe Big Mountain, formada por Bernardo, Arthur, Augusto, Guilherme e Rafael, alunos do CSA Nova Lima e da Robótica DHEL, é uma das três representantes mineiras que concorrem a uma vaga no mundial, em Houston.

A Big Moutain criou José Wall-E, um robô que apresenta sistema de elevador, com um anexo acoplado para agarrar e levantar stones (peças que deverão ser empilhadas, simulando o processo de construção de uma parede). A inspiração para a construção de Wall-E foi o sistema das empilhadeiras e dos elevadores de carga.

Além de utilizar a tecnologia para construir o robô José Wall-E, criá-lo com peças em 3D e programá-lo para funcionar de forma autônoma para executar atividades que facilitem a vida do ser humano, os alunos vivenciam o trabalho em equipe e a prática da diplomacia, já que um dos quesitos de pontuação do torneio é que uma equipe faça aliança com outra.

A inovação e a tecnologia abrem as portas para o futuro. O time Big Montain e Wall-E segue rumo à São Paulo pronto para os desafios desse torneio e de muitos outros. O Colégio fica na torcida e deseja que “a força esteja com vocês!”.

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