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20 de agosto de 2019

8º ano no BH Scape

Visita de alunos do 8º ano do Fundamental II ao BH Scape encerra conteúdo programático de Língua Portuguesa na 2ª etapa. Entre os gêneros literários trabalhados está o “Conto de Enigma”.

Foram estudados autores como Arthur Conan Doyle e Agatha Christie, e seus clássicos personagens, os detetives Sherlock Holmes e Hercule Poirot. Após serem inseridos nas narrativas, de maneira mais lúdica, os alunos fizeram uma investigação no ambiente onde o enigma acontece.

A professora da disciplina, Lavínia Passos, diversificou a abordagem da matéria com textos verbais, exibição de um episódio da série Sherlock, partidas de jogo de tabuleiro com essa temática, como o Clue e o Scotland Yard. A intenção foi estimular os estudantes para que despertem o prazer pela leitura. “Com a série, por exemplo, consigo fazer com que muitos deles leiam o livro, porque ficam apaixonados ao assistirem a história. Então faço o caminho inverso, com o objetivo de atraí-los para a leitura”, orienta Lavínia.

Na casa de scape games, localizada em Belo Horizonte (MG), há salas com um enigma a ser desvendado em 60 minutos para vencer o jogo. “O Scape é a imersão na ´cena do crime´ e uma forma divertida de os estudantes entrarem em contato com o conteúdo que foi trabalhado na narrativa escrita, na leitura desse gênero literário”, esclarece a professora. No local, é colocada em prática a ideia da pista, de desvendar uma senha, de conseguir abrir um cadeado, de raciocinar que uma imagem tem a ver com determinado personagem, de modo que os alunos vão colocando em prática o que aprenderam em sala de aula e nos livros. Cada turma foi dividida em quatro grupos que, simultaneamente, tiveram acesso a uma das scape room. Ao vivenciarem o gênero narrativo, os alunos aproveitam melhor o aprendizado literário. “Tem todo um trabalho para envolver os estudantes nesse tipo de narrativa e, como finalização, eles foram ao BH Scape”, explica Lavínia.

Este já é o terceiro ano que a professora leva suas turmas ao BH Scape e sempre é um sucesso. “Os estudantes gostam demais, começam a ir sozinhos e muitos despertam para esse tipo de atividade, que estimula o raciocínio lógico”, revela. As professoras de matemática Patrícia Pfeilsticker e Thaís Sadala também jogaram e curtiram muito participar.

Após o Scape, um trabalho em sala envolveu os estudantes na montagem de um mapa mental da investigação do livro que leram, com quatro contos do Sherlock. Seguindo a mesma dinâmica adotada por detetives profissionais, montaram na parede as linhas ligando uma situação à outra, até concluírem o caso em questão.

Acesse o site do BH Scape e saiba mais como funcionam os jogos: http://bit.ly/BHScape

Leia notícia do Estadão sobre o tema: http://bit.ly/Estadao-Scape

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