Primeiro de março de 1934. Os padres Agostinianos, recém chegados da Espanha, fundam o Colégio Santo Agostinho, em Belo Horizonte. Na época, a jovem capital mineira contava com 170 mil habitantes, que viviam a pacata vida de um ambiente bucólico do início do século.
O primeiro passo foi dado pelo padre Carlos Vicuña, com o aluguel das primeiras instalações, situadas na esquina da Avenida Olegário Maciel com Rua Tupis. No dia 28 de agosto de 1935, era colocada a pedra fundamental do novo prédio e, no ano seguinte, começavam as obras de construção do Colégio, no endereço atual, na esquina da Av. Amazonas e ruas Aimorés e Araguari.
Ao longo das décadas seguintes, o Colégio Santo Agostinho formou gerações e se consolidou como uma das mais importantes instituições educacionais do País. Por suas salas de aula passaram importantes nomes das cenas política, social e cultural, que se destacaram na construção da história de Minas e do Brasil.
Hoje, o Colégio possui três unidades de ensino: a central, de Belo Horizonte; a unidade de Contagem e a filha caçula, no Vale dos Cristais, em Nova Lima, inaugurada em 2007. Juntas, somam cerca de 7.000 alunos. Além disso, mantém a Escola Profissionalizante Santo Agostinho, no Barreiro, que oferece gratuitamente 24 cursos técnicos a 1700 jovens. Ainda dentro da filantropia do Colégio, é oferecido o Curso Pré-vestibular gratuito, com três turmas em Belo Horizonte e duas na Escola Profissionalizante.
A prática educacional do Colégio Santo Agostinho é inspirada pela filosofia e espiritualidade agostinianas. São valorizadas as cinco dimensões da Pessoa Humana: pessoal, crítico-transformadora, comunitária, transcendental e ecológico-cósmica. Da Educação Infantil ao Ensino Médio, os alunos são instigados a assumir com autonomia e responsabilidade o protagonismo de sua formação, de forma crítica e criativa, sendo preparados para serem construtores ativos de um mundo melhor.